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Às vésperas de completar 50 anos, o Conjunto Nacional vive no ritmo de São Paulo. Instalou-se na Avenida Paulista à época dos casarões e permanece como o mais tradicional símbolo da região, visto como modelo para as grandes cidades.

Conheça ou relembre alguns momentos importantes da nossa história.


Década de 50

Em 1952, José Tjurs compra a mansão que pertencia à família de Horácio Sabino. Nasceu dos sonhos deste argentino a ideia de criar o Conjunto Nacional. O empresário, que morreu em 1977, teve o seu sonho realizado: transformar a Paulista na Quinta Avenida de São Paulo.

O arquiteto David Libeskind, então com 26 anos, foi o autor do projeto do Conjunto Nacional.

A construção do Conjunto Nacional foi iniciada em 1955 e trouxe para a cidade uma grande novidade na época: uma maravilhosa cúpula geodésica de alumínio, que foi construída pelo engenheiro Hans Eger.

Em 1957 o Conjunto Nacional recebeu seu primeiro e ilustre estabelecimento: o sofisticado Restaurante Fasano. Com mesas espalhadas pela ampla calçada da Avenida Paulista, o local fervilhava de gente dia e noite.

Em 1958, o Fasano abriu o seu luxuoso restaurante no mezanino, onde se realizavam os famosos “jantares dançantes”, e o requintado jardim de inverno, logo eleito o melhor e o mais elegante salão de festas da cidade, com capacidade para duas mil pessoas.

O Fasano era palco obrigatório dos grandes nomes da música internacional que visitavam São Paulo, como Nat “King” Cole, Roy Hamilton e Marlene Dietrich.

O setor comercial, uma área de 61.354.5142 metros quadrados, foi destinado a um centro de compras e serviços, considerado o primeiro shopping center da América Latina e o maior da América do Sul.

A inauguração da primeira etapa do Conjunto Nacional, em dezembro de 1958, contou com a presença do então presidente da República, Juscelino Kubitschek, que observa a maquete do edifício, elaborada por José Zanini Caldas.